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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

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POLÍTICA

Lula reúne empresários em São Paulo para reforçar compromisso fiscal

Lula participa de jantar com empresários em São Paulo para reforçar compromissos com equilíbrio fiscal e segurança jurídica.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira, 25 de setembro, de um jantar com empresários em São Paulo para reforçar compromissos com o equilíbrio fiscal, a segurança jurídica e a previsibilidade para os negócios em um eventual quarto mandato.

Este será o segundo encontro de Lula com representantes do setor produtivo durante a campanha. O jantar está marcado para as 19h, no hotel Tivoli Mofarrej, e terá espaço para perguntas dos convidados.

Entre os integrantes do governo convidados estão Dario Durigan, ministro da Fazenda; Miriam Belchior, ministra da Casa Civil; Leonardo Barchini, ministro da Educação; Bruno Moretti, ministro do Planejamento; Jorge Messias, advogado-geral da União; Wellington Lima e Silva, ministro da Justiça; e Vinicius Carvalho, ministro da Controladoria-Geral da União. Também foram chamados Carlos Vieira, presidente da Caixa, e Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil.

O encontro é organizado pelo ministro da Indústria e Comércio, Marcio Elias Rosa, e pelo coordenador do grupo Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho. Empresários dos setores de varejo, seguros, construção civil, construção pesada, óleo e gás e infraestrutura estão entre os convidados.

Segundo interlocutores, Lula deve fazer uma fala mais enfática sobre o controle das contas públicas, embora sem detalhar medidas específicas. Aliados esperam que o presidente apresente uma direção mais clara para a economia e também se manifeste sobre pontos de uma eventual reforma do Judiciário.

O primeiro encontro de Lula com empresários e banqueiros ocorreu em 31 de agosto, no Palácio da Alvorada, com um grupo de 16 pessoas. Na ocasião, participantes avaliaram que o presidente foi vago ao tratar dos rumos da economia.

Interlocutores afirmam que parte dos convidados ainda tem dúvidas sobre a condução econômica em um eventual governo Lula, mas não necessariamente apoia a candidatura de Flávio Bolsonaro. A campanha pretende apresentar o candidato adversário como uma opção de maior insegurança e imprevisibilidade para os negócios, segundo os organizadores do evento.

Fonte: O Globo

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