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O Serviço Secreto dos Estados Unidos prendeu Ronny Guanipa-Chrinos, cidadão venezuelano suspeito de ameaçar matar o presidente Donald Trump, nos arredores da Casa Branca, em Washington, na quinta-feira (5).
Segundo o Departamento de Segurança Interna, Guanipa-Chrinos foi encontrado pouco antes da meia-noite dentro de uma Ford F-150 azul, estacionada na Constitution Avenue. O veículo havia sido denunciado como roubado.
De acordo com uma queixa juramentada apresentada à Corte Superior do Distrito de Columbia, um agente perguntou ao suspeito se ele tinha armas. Guanipa-Chrinos teria confirmado com a cabeça e feito um gesto de pistola com os dedos.
Os agentes encontraram no veículo uma submetralhadora MAC-10, uma pistola Glock 43x, um fuzil AR-15 e dezenas de cartuchos de munição. O suspeito teria dito, com auxílio do Google Tradutor, que ouvia vozes mandando-o ir à capital americana e matar Trump; segundo a ABC News, essa afirmação não aparece na documentação judicial.
Guanipa-Chrinos foi acusado de uso não autorizado de veículo, roubo, receptação de propriedade roubada, porte ilegal de pistola, porte ilegal de fuzil e outras infrações relacionadas às armas. Ele participou da primeira audiência na sexta-feira (6) e permanece preso sem direito a fiança, de acordo com o registro online do tribunal.
O Departamento de Segurança Interna informou que o suspeito entrou nos Estados Unidos pelo Texas em 2024, foi preso pela Patrulha de Fronteira e posteriormente libertado pelo governo de Joe Biden. Esta foi a segunda prisão realizada pelo Serviço Secreto nos arredores da Casa Branca em menos de dois meses por uma suposta ameaça à vida do presidente.
Fonte: O Globo