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Indiana e Kentucky foram os primeiros estados a encerrar a votação nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, realizadas nesta terça-feira, 3 de novembro de 2026. O comparecimento, somando votos presenciais e antecipados, deve superar o registrado em ciclos recentes.
Em Indiana, estavam em disputa cadeiras da Câmara dos Representantes e cargos locais. No Kentucky, os eleitores também votaram para uma vaga no Senado.
Todas as 435 cadeiras da Câmara e 35 das 100 vagas do Senado estão em disputa, além dos governos estaduais de 36 estados. Os democratas precisam conquistar três cadeiras na Câmara e quatro no Senado para assumir o controle das duas Casas, atualmente comandadas pelos republicanos.
A eleição é tratada como um referendo sobre o governo do presidente Donald Trump, cuja aprovação, segundo o conteúdo original, está em torno de 36%. A oposição democrata aposta na insatisfação com a economia, os preços de energia e o conflito com o Irã para avançar em áreas tradicionalmente republicanas.
Segundo a NBC News, cerca de 60 milhões de pessoas haviam votado antecipadamente até o fim de segunda-feira. Nas últimas eleições de meio de mandato, quatro anos atrás, foram 47 milhões de votos antecipados; em 2024, quando também houve eleição presidencial, o número chegou a 88 milhões.
Algumas seções eleitorais relataram problemas nesta terça-feira, incluindo no condado de Westchester, em Nova York, mas não havia evidências de falhas graves. O escritório da senadora republicana Susan Collins, do Maine, foi vandalizado com sangue falso durante a noite, segundo uma porta-voz.
De acordo com a organização OpenSecrets, as campanhas movimentaram US$ 12 bilhões desde as primárias. O empresário Elon Musk teria destinado quase meio bilhão de dólares a grupos republicanos, candidatos e aliados.
Fonte: O Globo