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Quem pretende comprar um celular Android intermediário em 2026 deve avaliar, além do preço e da câmera, itens como memória RAM, armazenamento, bateria, tela, tempo de atualizações e NFC.
A recomendação é buscar aparelhos com pelo menos 8 GB de RAM, capacidade mínima de 256 GB e bateria de 5.000 mAh. Modelos com 12 GB ou mais de RAM podem atender melhor a quem joga ou pretende manter o aparelho por mais tempo.
A capacidade de armazenamento permite guardar fotos, vídeos, documentos e aplicativos sem precisar liberar espaço com frequência. Para quem planeja ficar anos com o celular, os 256 GB tendem a oferecer mais margem de uso.
Em relação à bateria, alguns aparelhos usam tecnologia de silício-carbono, que permite capacidades maiores em celulares mais finos. Já há modelos disponíveis com mais de 6.000 mAh, chegando a 10.001 mAh, segundo o conteúdo original.
Na tela, painéis AMOLED ou equivalentes oferecem cores mais vivas, contraste melhor e pretos mais profundos. A taxa de atualização de 120 Hz proporciona rolagem e animações mais fluidas.
O suporte a atualizações do Android e de segurança também deve entrar na decisão. A recomendação apresentada é escolher modelos com pelo menos cinco anos de suporte e consultar as informações divulgadas pelo fabricante.
O NFC é outro recurso a ser verificado, principalmente por permitir pagamentos por aproximação. A tecnologia não está presente em todos os celulares mais baratos.
Entre os modelos intermediários citados estão Jovi V70, Moto Edge 70 Pro, Oppo Reno 16, Realme 16 e Samsung Galaxy A57. Os preços consultados na última semana de outubro variavam de R$ 2.100 a R$ 7.000.
Fonte: g1