Teresina, 23 de maio de 2024
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Bilionário Silvio Tini: magnata da Bolsa réu em acusação de manipulação de preços de ações

O conhecido investidor ativista brasileiro enfrenta múltiplas alegações de irregularidades na CVM
Silvio Tini é acusado de manipulação de preços pela CVM
Biolionário investidor Silvio Tini

Silvio Tini de Araújo, um dos maiores investidores da Bolsa brasileira e dono da holding Bonsucex, foi recentemente feito réu em um processo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por alegações de manipulação de preços de ações. Bonsucex, a holding do bilionário, possui investimentos em empresas reconhecidas como Alpargatas, Terra Santa, Gerdau, Paranapanema e Bombril.

Acusação de manipulação de preços

A acusação atual alega que Tini manipulou os preços das ações preferenciais (AZEV4) da construtora Azevedo & Travassos em 2018. Na época, o empresário era um dos principais acionistas da empresa paulistana. Apesar de tentativas de contato por parte da imprensa, a Bonsucex não forneceu um posicionamento de Tini sobre o processo.

Histórico de escrutínio regulatório

Essa não é a primeira vez que Tini se torna alvo de processos da CVM, que serve como uma espécie de primeira instância para punições administrativas sobre irregularidades no mercado de capitais. Suas decisões, contudo, sempre podem ser objeto de recurso. Anteriormente, Tini foi condenado em 2014 a uma multa de R$ 500 mil pela CVM por não guardar sigilo sobre informações relevantes da Brasil Ecodiesel, onde ele era conselheiro. Além disso, em 2009, Tini foi multado em R$ 796 mil por negociar ações da Paranapanema, onde também servia como conselheiro, durante um período vedado.

Além disso, registros da CVM indicam que Tini submeteu uma proposta de termo de compromisso em um processo aberto em 2021 por suposto “insider trading” (uso indevido de informação privilegiada) com ações da Alpargatas, a empresa detentora da Havaianas.

Investidor ativista

Com uma fortuna estimada pela Forbes em R$ 3,8 bilhões, Silvio Tini é um exemplo de “investidor ativista” na Bolsa brasileira. Atualmente, ele está entre um grupo de fundos buscando aumentar sua influência na Americanas. Tini, junto a outros acionistas minoritários, recentemente protestou contra as manobras do trio Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira durante uma assembleia recente de acionistas da varejista.

Enquanto Tini enfrenta a mais recente série de alegações, resta ver como essas acusações podem impactar seu status e atividades como um investidor proeminente no cenário da Bolsa brasileira.

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