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A enfermeira Andrea Cantarini, de 37 anos, foi morta a tiros pelo namorado durante uma ligação telefônica com o pai na noite de 3 de novembro, no Bronx, em Nova York. A polícia investiga o caso como homicídio seguido de suicídio.
Segundo o relato de Rudy Cantarini ao New York Post, Andrea ligou às 20h47 e disse que Juan Cornelio Diaz, de 38 anos, apontava uma arma para sua cabeça. O pai acionou o serviço de emergência e afirmou ter ouvido gritos e o que pareciam ser três disparos.
Após os tiros, Diaz teria dito ao sogro: "Ela se foi, Rudy". Em seguida, segundo a polícia, ele tirou a própria vida.
Horas antes, Andrea havia sido levada pela mãe à casa dos pais após um episódio em que Diaz teria apresentado comportamento agressivo e apontado uma arma para ela. Familiares e amigas teriam pedido que a enfermeira não retornasse ao apartamento, mas ela voltou para buscar roupas.
Andrea trabalhava no Hospital St. Barnabas e tinha uma filha de seis anos com Diaz. Ele também era pai de um menino de outro relacionamento. A polícia informou que não havia registros anteriores de ocorrências de violência doméstica envolvendo o casal.
A arma supostamente usada no crime foi recuperada. A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP), onde Diaz trabalhava, informou que colabora com as investigações.
Fonte: O Globo