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sexta-feira, 06 de novembro de 2026

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Como reconhecer uma parada cardíaca e o que fazer diante de um colapso

Veja como reconhecer sinais de parada cardíaca, acionar a emergência e iniciar compressões enquanto aguarda ajuda profissional.

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A morte de Vito, vizinho de 97 anos da confeiteira Eden Malinoff, durante a própria festa de aniversário na Califórnia, levantou uma questão prática: como agir se alguém desmaiar de repente? Malinoff confirmou a morte em um vídeo publicado em 4 de novembro, segundo a E! News. A reportagem não informou a causa médica. A sequência dos acontecimentos, inclusive o fato de Vito ter dançado antes, não permite concluir que ele sofreu uma parada cardíaca.

Parada cardíaca e ataque cardíaco — também chamado de infarto — não são a mesma coisa. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) explica que a parada cardíaca acontece quando o coração deixa de bater de forma súbita e inesperada. O ataque cardíaco é um problema de circulação: uma artéria bloqueada reduz o fluxo de sangue para o coração e, em alguns casos, pode levar a uma parada cardíaca.

Entre os sinais que podem indicar uma parada estão o colapso súbito, a falta de resposta e a ausência de respiração normal, segundo o CDC e a Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês). Suspiros isolados ou respiração irregular também são sinais de alerta. A orientação da AHA é tratar a situação como emergência se a pessoa desmaiar, não responder e não respirar normalmente.

Nesse caso, ligue para o 911, número de emergência dos Estados Unidos, e peça a outra pessoa que procure um desfibrilador externo automático (DEA), se houver um por perto. O aparelho analisa o ritmo cardíaco e fornece instruções por voz. A AHA informa que pessoas sem treinamento médico também podem usá-lo: basta ligá-lo e seguir os comandos. Se estiver sozinho, acione o serviço de emergência antes de começar as compressões.

Para um adulto que desmaia de repente, a AHA recomenda a reanimação cardiopulmonar (RCP) somente com as mãos por quem presencia a emergência: fazer compressões firmes e rápidas no centro do peito. O ritmo indicado é de 100 a 120 compressões por minuto, com pelo menos cinco centímetros de profundidade. Entre uma compressão e outra, deixe o tórax voltar à posição normal.

Continue as compressões até a pessoa voltar a respirar ou se mover, ou até a chegada dos profissionais de emergência, orienta a AHA. Se outra pessoa souber fazer RCP, os socorristas podem se revezar. O CDC aponta adultos mais velhos e homens entre os grupos com maior risco de parada cardíaca, mas essa informação descreve grupos populacionais e não identifica a causa da morte de uma pessoa específica.

Fontes: E! News; Centers for Disease Control and Prevention (CDC); American Heart Association; American Heart Association; American Heart Association CPR & First Aid; American Heart Association News

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