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quinta-feira, 24 de setembro de 2026

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Mísseis russos matam duas pessoas em Kiev

Ataques russos com mísseis deixam pelo menos duas pessoas mortas em Kiev nesta quinta-feira, 24 de setembro de 2026.

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Pelo menos duas pessoas morreram nesta quinta-feira, 24 de setembro de 2026, em uma série de ataques russos com mísseis contra Kiev, capital da Ucrânia. Jornalistas da AFP relataram ter ouvido dezenas de explosões na cidade.

O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou no Telegram que a capital era atacada por mísseis balísticos e pediu que os moradores permanecessem nos abrigos.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que os principais alvos foram Kiev e infraestruturas civis, incluindo edifícios residenciais, uma maternidade, instalações de energia e estruturas logísticas.

Os ataques ocorreram um dia depois de bombardeios russos que atingiram principalmente infraestruturas ferroviárias, de transporte e marítimas em diferentes áreas da Ucrânia. Segundo as autoridades, as ofensivas de 23 de setembro deixaram sete mortos.

Na região de Odessa, no sul do país, um ataque russo atingiu um cargueiro com bandeira de Antígua e Barbuda e matou o capitão ucraniano, de acordo com o governador Oleg Kiper. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que o navio transportava remessas de uso militar para o porto de Odessa.

A Rússia também informou ter atingido um armazém de componentes para drones na região. Kiev, por sua vez, intensificou ataques contra refinarias, depósitos de petróleo e outras estruturas em território russo.

Em declaração à Assembleia Geral da ONU, em 23 de setembro, Zelensky afirmou que a Ucrânia poderia voltar a atacar instalações russas de aquecimento e energia durante o inverno. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, disse ao Conselho de Segurança da ONU que Moscou não pretende interromper a guerra.

Durante encontro em Nova York, Zelensky e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discutiram possíveis medidas de desescalada. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, pediu o fim dos ataques recíprocos contra infraestruturas de energia.

Fonte: O Globo

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