A Seleção Brasileira inicia, a partir de 25 de setembro, uma sequência de três amistosos contra Austrália e Índia com o objetivo de testar jogadores e ampliar as opções de Carlo Ancelotti para o novo ciclo da equipe.
Apesar do nível dos adversários, os jogos representam uma oportunidade para o treinador trabalhar sem a pressão de competições oficiais. As seleções europeias e africanas, envolvidas em torneios continentais, limitaram as alternativas para a CBF marcar confrontos mais exigentes.
Ancelotti convocou nove jogadores que ainda não haviam atuado pela equipe principal: Pedro Morisco, Otávio, Arthur Dias, Jair, Matheuzinho, Mauro Júnior, Martinelli, Breno Bidon e Gabriel Bontempo.
O técnico também busca novas alternativas para o gol, a zaga, as laterais e o meio-campo. A posição de primeiro volante está aberta desde o fim do ciclo de Casemiro na Seleção, enquanto Marquinhos e Gabriel Magalhães continuam entre as principais referências da defesa.
Do ponto de vista tático, os amistosos devem oferecer menos respostas sobre a formação do meio-campo, já que Austrália e Índia não são considerados testes defensivos de alto nível. A tendência é que Ancelotti utilize dois jogadores no setor e mantenha espaço para quatro atacantes.
Para os estreantes, os jogos são uma chance de permanecer no radar das próximas convocações. Entre os atletas mais experientes, Pedro tenta se firmar como centroavante após ter sido prejudicado por lesões, enquanto Raphinha e Estêvão buscam um recomeço na equipe nacional.
Estêvão, que ficou fora da Copa do Mundo por causa de uma lesão na coxa direita, afirmou que voltou concentrado no futuro e disposto a recuperar espaço no lado direito do ataque.
Fonte: O Globo