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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

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POLÍTICA

PT propõe autocorreção do Judiciário e muda execução de emendas

PT aprova manifesto com propostas de reforma do Judiciário, incluindo "mecanismos de autocorreção", e alterações na execução de emendas parlamentares. O documento também aborda retomada econômica, reforma tributária e administrativa.

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PT propõe autocorreção do Judiciário e muda execução de emendas

O Partido dos Trabalhadores aprovou neste domingo, em Brasília, um manifesto com propostas de reforma para o Judiciário, incluindo "mecanismos de autocorreção". O documento também prevê alterações na execução orçamentária de emendas parlamentares.

O encontro nacional do partido definiu três eixos principais: o Estado como indutor do desenvolvimento com fortalecimento do investimento público; a retomada do crescimento econômico com distribuição de renda e patrimônio; e uma transição produtiva, tecnológica e ambiental sustentável e com soberania nacional.

O texto inclui ainda a proposta de reforma tributária com isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, e reforma administrativa para "reconstrução do Estado brasileiro".

Sem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o evento contou com a participação de Fernando Haddad (ex-ministro da Fazenda), Camilo Santana (ex-ministro da Educação), e os governadores Elmano de Freitas (Ceará) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte).

O manifesto considera a reeleição de Lula "decisiva para o futuro do Brasil e para o campo democrático internacional", com impacto na correlação de forças na América Latina e no mundo.

Elaborado sob a chefia de Edinho Silva e com influência de José Dirceu, o documento defende a construção de um bloco democrático-popular para a disputa presidencial, que exige organização permanente, disputa de hegemonia e acumulação de forças sociais e políticas.

A proposta de "concertação social que supere a fragmentação" visa reunir o setor produtivo, o empresariado, a classe trabalhadora, o sindicalismo e os movimentos populares em uma coalizão que transcenda a defesa institucional da democracia.

Fonte: G1

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