O governo brasileiro revisa constantemente os cenários sobre a guerra no Oriente Médio e seus possíveis reflexos na economia. A principal preocupação é o risco de um conflito prolongado, cujos desdobramentos econômicos, especialmente o preço do petróleo e o abastecimento, são difíceis de prever. A duração da guerra depende das ações dos Estados Unidos e da resposta do país do Oriente Médio. O temor é que a instabilidade se estenda, afetando mercados globais.
A incerteza sobre os objetivos de Lula e a reação do país asiático aumentam a dificuldade de projeções. O governo acompanha de perto a evolução do conflito para mitigar possíveis crises econômicas. A reportagem completa está disponível para assinantes do O Globo.