O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quinta-feira o julgamento sobre o pagamento de "penduricalhos" no serviço público. Ministros criticaram a prática de remunerações que ultrapassam o teto salarial do funcionalismo, estabelecido em R$ 46,3 mil. As decisões que suspenderam esses pagamentos foram tomadas pelos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes.
A Corte entende que a Constituição tem sido desrespeitada ao permitir valores acima do teto, que corresponde ao salário dos próprios ministros. O debate busca coibir o acúmulo de verbas extras não previstas em lei. O STF julga "penduricalhos" no serviço público e busca coibir o acúmulo de verbas extras. O julgamento também aborda a questão dos supersalários, que custam R$ 20 bilhões anuais aos cofres públicos. A juíza cobra reajuste salarial e reclama de gastos com café em audiência no STF.