Favoritos e preferências ficam neste navegador, sem precisar de cadastro.
Líder do ranking mundial até 57 quilos, a brasileira Maria Clara Pacheco disputa o Grand Prix de taekwondo em Astana, no Cazaquistão, nos dias 28 e 29 de novembro, com a meta de terminar 2026 invicta.
A competição reúne apenas os dez melhores do ranking mundial e os campeões e vice-campeões das três etapas do Grand Prix Series. O torneio também distribuirá a maior pontuação do circuito, com 100 pontos para os campeões.
Maria Clara, de 23 anos, soma seis títulos em 2026 e ocupa a liderança do ranking olímpico, com 230 pontos. A jordaniana Fadia Khirfan aparece em segundo, com 136,03, enquanto a marroquina Amina Dehhaoui é a quinta colocada, com 84,80.
A brasileira afirmou que deseja concluir o ano com todos os objetivos registrados em sua lista de competições alcançados. Ela organiza as metas em um bloco de notas no celular e marca cada conquista com um sinal de confirmação e a cor da medalha.
Depois dos Jogos de Paris, em 2024, quando terminou em sétimo lugar, Maria Clara mudou sua equipe multidisciplinar e passou a treinar com José Carlos Figueiredo Coelho Júnior, que também é seu namorado. Segundo a atleta, a preparação física passou a ser personalizada.
Desde a mudança, Maria Clara perdeu apenas duas lutas. A derrota mais recente ocorreu em novembro de 2025, contra Fadia Khirfan, no Grand Prix de Bangkok; em outubro deste ano, ela venceu a jordaniana na conquista do Grand Prix de Paris.
A classificação olímpica do taekwondo para Los Angeles-2028 considera o ranking entre junho de 2026 e dezembro de 2027, com vagas para as cinco primeiras colocadas de cada categoria. A atleta poderá garantir matematicamente a classificação no meio de 2027, segundo a projeção apresentada na matéria.
Para 2027, a programação inicial inclui a seletiva dos Jogos Pan-Americanos, o Mundial em Astana, os próprios Jogos Pan-Americanos e a primeira etapa do Grand Prix, em Roma, em junho. A Confederação Brasileira de Taekwondo informou que pretende preservar a atleta, com menos treinamentos de campo e participação nas principais competições.
Fonte: O Globo