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A Sony lançou, em 7 de novembro de 2026, três novos tocadores digitais da linha Walkman, com preços entre US$ 1,9 mil e US$ 5,9 mil. A empresa ainda não informou se os aparelhos serão vendidos no Brasil.
Os dispositivos foram apresentados pela companhia como voltados a uma experiência sonora portátil de alta qualidade. Todos contam com uma versão aprimorada do DSD Remastering Engine, que, segundo a Sony, deixa o áudio digital mais próximo de uma sonoridade analógica.
Em arquivos de baixa qualidade, os aparelhos usam inteligência artificial para identificar gêneros musicais e aprimorar frequências altas e sons sutis. Os três modelos estão em pré-venda, mas a Sony não divulgou a data de início das entregas.
Os modelos NW-WM1ZM3 e NW-WM1AM3 têm tela de 5,5 polegadas com resolução de 1.080p. O NW-ZX900, mais acessível, possui tela de 5 polegadas e também recebeu resolução de 1.080p, acima dos 720p da geração anterior.
O NW-WM1ZM3, que custa US$ 5,9 mil, tem chassi de cobre sem oxigênio banhado a ouro e parafusos com o mesmo tratamento. Os outros dois aparelhos usam liga de alumínio, com chassi traseiro banhado a ouro, no caso dos modelos mais baratos.
Todos os Walkman rodam Android. O NW-ZX900 foi atualizado para o Android 16, enquanto seu antecessor usava o Android 12. As estimativas de bateria, calculadas com arquivos MP3 de 128 kbps, chegam a 31 horas de streaming e 35 horas de reprodução local nos modelos da série WM1; no ZX900, são até 35 horas de streaming e 40 horas de reprodução local.
A Sony também lançou o fone com fio MDR-3R, por US$ 60, inspirado no modelo apresentado com o Walkman original em 1979. O produto tem conexão USB-C, microfone e controle remoto no cabo, além de uma edição especial em parceria com a série Stranger Things, da Netflix, por US$ 80.
Fonte: O Globo