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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

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JUSTIÇA

William Correia vira réu em processo por assédio sexual em São Paulo

William Correia é réu em São Paulo por assédio sexual contra uma atleta paralímpica, em caso ocorrido durante competição de 2021.

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William Correia da Silva Junior, apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como líder do grupo Anjos da Guarda Vigilância Comunitária, tornou-se réu em um processo por assédio sexual contra uma atleta paralímpica. O caso teria ocorrido em 2021, durante uma competição interestadual realizada em São Paulo, quando a vítima tinha 16 anos e ele, 34.

Segundo a denúncia do Ministério Público de São Paulo, Correia teria feito comentários de cunho inadequado, enviado mensagens convidando a adolescente para seu quarto de hotel e entrado no local onde ela estava com outra menor de idade. A acusação aponta assédio sexual de forma continuada.

A denúncia foi aceita pela Justiça em maio de 2026. Após faltar a uma audiência em agosto, alegando problemas de saúde, Correia prestou depoimento em 22 de setembro, segundo o Ministério Público paulista. O processo tramita em segredo de Justiça e aguarda a sentença. ([planooesteedc.com.br](https://www.planooesteedc.com.br/nb2/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/09/25/william-correia-reu-assedio.ghtml?utm_source=openai))

A defesa pediu a absolvição sumária e a rejeição da denúncia, alegando que a acusação seria genérica e não demonstraria constrangimento, ameaça, chantagem ou intenção específica de obter vantagem sexual. A Justiça manteve o recebimento da denúncia, e os advogados informaram que só voltarão a se manifestar após a sentença.

Na época do episódio, Correia acompanhou a delegação do Rio de Janeiro como integrante da equipe de apoio, embora tivesse sido exonerado do governo estadual em 2020. Documentos apresentados pela Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos à Justiça registraram o nome dele entre os integrantes da comitiva.

Correia também é citado pelo Ministério Público em investigações sobre a atuação do grupo Anjos da Guarda Vigilância Comunitária, que organiza ações de vigilância informal na Zona Sul do Rio. Reportagens anteriores apontaram que o coletivo mobilizava moradores pelas redes sociais e foi alvo de apurações sobre perseguições e agressões contra pessoas suspeitas de crimes. ([record.r7.com](https://record.r7.com/domingo-espetacular/video/justiceiros-do-rio-de-janeiro-civis-se-organizam-em-grupos-de-combate-a-criminosos-13042026/?t=%7Bseek_to_second_number%7D))

Fonte: g1

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