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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

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TECNOLOGIA

Meta apresenta Muse Charm, dispositivo de bolso para conversar com agente de IA

Meta apresenta o Muse Charm, dispositivo portátil que permite conversar com o agente de IA Muse sem abrir um aplicativo no celular.

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A Meta apresentou na quarta-feira (23), durante o evento Meta Connect 2026, o Muse Charm, um dispositivo portátil criado para permitir conversas com o agente pessoal de inteligência artificial Muse sem a necessidade de abrir um aplicativo no celular.

Com formato semelhante ao de um chaveiro e uma pequena tela, o aparelho exibe um avatar digital que representa o agente. A proposta combina interação por voz em tempo real com animações, em uma experiência que lembra os Tamagotchis, brinquedos virtuais populares nos anos 1990.

Segundo a demonstração apresentada por Mark Zuckerberg, o usuário poderá tocar em um sensor no dispositivo para iniciar a conversa, sem desbloquear o smartphone. A Meta também indica que o Muse Charm foi pensado como alternativa para pessoas que não estiverem usando os óculos inteligentes da empresa.

O aparelho ainda não está pronto para chegar às lojas. Zuckerberg afirmou que a equipe precisa concluir a organização dos componentes internos, e a previsão apresentada pela empresa é de lançamento durante a temporada de fim de ano, em dezembro. A Meta não divulgou preço nem os países onde pretende vender o produto.

O Muse Charm faz parte da estratégia da Meta de ampliar o acesso ao Muse por diferentes dispositivos. No mesmo evento, a empresa anunciou que o agente será integrado aos óculos com inteligência artificial, permitindo interações por voz e o uso das câmeras para compreender objetos e situações observados pelo usuário.

A companhia também apresentou o Muse Realtime Avatar, tecnologia que dá ao agente uma representação visual capaz de reagir durante conversas. A Meta descreve o Muse Charm como um dispositivo que leva o modelo de voz em tempo real do agente para um aparelho que cabe no bolso.

A aposta ocorre em um mercado ainda marcado por experiências malsucedidas de dispositivos dedicados à inteligência artificial. Produtos como o Rabbit R1 e o AI Pin tiveram ampla repercussão no lançamento, mas enfrentaram críticas relacionadas à confiabilidade e à utilidade prática.

Fonte: g1

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