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quinta-feira, 24 de setembro de 2026

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SEGURANÇA

Polícia apura comportamento controlador de namorado de Isabelle Caracristi

Polícia apura se namorado de Isabelle Caracristi mantinha comportamento controlador e teria contribuído para o isolamento da estudante.

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A Polícia Civil do Ceará apura se João Munhoz Neto, namorado de Isabelle Caracristi, mantinha um relacionamento controlador e com possíveis episódios de violência psicológica antes da morte da estudante, em Fortaleza. Segundo depoimentos reunidos no inquérito, Isabelle teria sido impedida de realizar sozinha tarefas cotidianas, como ir à farmácia ou sair do escritório onde trabalhava. ([www1.folha.uol.com.br](https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/namorado-foi-preso-por-suspeita-de-induzir-estudante-ao-suicidio-em-fortaleza-diz-policia.shtml?utm_source=openai))

João, de 34 anos, está preso preventivamente desde 22 de setembro, investigado por possível indução ou instigação ao suicídio e ameaça. A prisão foi mantida pela Justiça Estadual após audiência de custódia realizada em 23 de setembro. ([opovo.com.br](https://www.opovo.com.br/noticias/seguranca-publica/2026/09/23/namorado-de-isabelle-passa-por-audiencia-de-custodia-e-prisao-e-mantida.html?utm_source=openai))

De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Márcio Gutiérrez, o comportamento atribuído ao investigado teria limitado a liberdade de Isabelle e contribuído para seu isolamento. A polícia afirma que ainda busca confirmar os relatos com novos depoimentos e perícias em conversas, vídeos e fotografias extraídos dos celulares da estudante, de João e da mãe dele. ([www1.folha.uol.com.br](https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/namorado-foi-preso-por-suspeita-de-induzir-estudante-ao-suicidio-em-fortaleza-diz-policia.shtml?utm_source=openai))

Isabelle, de 22 anos, foi encontrada morta na noite de 13 de setembro, no pátio de um condomínio no bairro Aldeota. A perícia trabalha com a hipótese de precipitação voluntária, após a queda da jovem do rooftop do edifício, mas a investigação ainda não descarta completamente outras possibilidades. Não foram identificados sinais de luta corporal ou violência sexual. ([www1.folha.uol.com.br](https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/namorado-foi-preso-por-suspeita-de-induzir-estudante-ao-suicidio-em-fortaleza-diz-policia.shtml?utm_source=openai))

A Polícia Civil também investiga o comportamento de João após a morte. Depoimentos indicam que ele teria retornado ao condomínio para procurar o celular de Isabelle, que o apartamento foi limpo e colocado à venda e que familiares da jovem foram impedidos de entrar no imóvel. A corporação afirma ainda que ele mudou de endereço e só compareceu à delegacia oito dias depois da morte, acompanhado de uma advogada. ([n3news.com.br](https://www.n3news.com.br/2026/09/isabelle-caracristi-namorado-vetou-familia-no-predio?utm_source=openai))

Mais de 700 vídeos estão sendo analisados. Segundo a polícia, não havia câmeras no rooftop, mas imagens de elevadores, corredores e outras áreas do prédio não apontaram a presença de outra pessoa acompanhando Isabelle até o local antes da queda. ([gcmais.com.br](https://gcmais.com.br/noticias/2026/09/23/policia-nao-identifica-outra-pessoa-com-isabelle-caracristi-no-rooftop-antes-da-queda?utm_source=openai))

A defesa de João contesta a prisão e nega que ele tenha induzido Isabelle ao suicídio ou mantido um relacionamento controlador. A advogada Lígia Peixe afirmou que o cliente entregou o celular, forneceu endereço às autoridades e se colocou à disposição para prestar esclarecimentos. O caso tramita em segredo de Justiça. ([www1.folha.uol.com.br](https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/namorado-foi-preso-por-suspeita-de-induzir-estudante-ao-suicidio-em-fortaleza-diz-policia.shtml?utm_source=openai))

Fonte: g1 Ceará

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