A Perícia Forense do Ceará concluiu que Isabelle Caracristi, de 22 anos, sofreu uma queda voluntária do rooftop do condomínio onde morava, no bairro Aldeota, em Fortaleza. A estudante foi encontrada morta em 13 de setembro, mas a Polícia Civil ainda investiga se o namorado, João Munhoz Neto, contribuiu para o suicídio ou praticou violência psicológica. ([cnnbrasil.com.br](https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/adriana-de-luca/nacional/nordeste/ce/pericia-diz-que-isabelle-se-jogou-de-predio-namorado-e-investigado-por-inducao-ao-suicidio/))
Segundo os peritos, os vestígios analisados não indicaram que Isabelle tenha sido empurrada ou arremessada. O exame cadavérico apontou politraumatismo, e os testes toxicológicos não detectaram álcool ou drogas ilícitas; a perícia também informou que não havia sinais de luta corporal ou agressões anteriores à queda. ([cnnbrasil.com.br](https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/adriana-de-luca/nacional/nordeste/ce/pericia-diz-que-isabelle-se-jogou-de-predio-namorado-e-investigado-por-inducao-ao-suicidio/))
A cronologia apresentada pela investigação indica que Isabelle entrou sozinha no elevador às 19h12 e seguiu para o 23º andar. A morte teria ocorrido por volta das 20h40, e o ponto exato da queda não era coberto por câmeras, embora a polícia analise cerca de 700 arquivos de videomonitoramento do condomínio. ([cnnbrasil.com.br](https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/adriana-de-luca/nacional/nordeste/ce/pericia-diz-que-isabelle-se-jogou-de-predio-namorado-e-investigado-por-inducao-ao-suicidio/))
João Munhoz foi preso preventivamente em 22 de setembro e teve a prisão mantida após audiência de custódia realizada no dia seguinte. A Polícia Civil apura suspeitas de violência psicológica, controle e isolamento da jovem, além de possíveis condutas posteriores à morte, como a procura pelo celular de Isabelle e a limpeza do apartamento. ([cnnbrasil.com.br](https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/nordeste/ce/policia-prende-namorado-investigado-pela-morte-de-estudante-no-ceara/))
A defesa nega que João tenha contribuído para a morte e afirma que ele não estava no condomínio no momento da queda. A advogada Lígia Peixe também contesta a prisão e sustenta que o caso foi um suicídio, sem participação do investigado. ([www1.folha.uol.com.br](https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/namorado-de-estudante-encontrada-morta-em-condominio-em-fortaleza-e-preso.shtml?utm_source=openai))
A investigação continua com a análise de celulares, tablets, mensagens, imagens e depoimentos. O caso tramita sob segredo de Justiça, e a prisão preventiva não representa condenação nem comprovação da responsabilidade criminal de João Munhoz. ([cnnbrasil.com.br](https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/adriana-de-luca/nacional/nordeste/ce/pericia-diz-que-isabelle-se-jogou-de-predio-namorado-e-investigado-por-inducao-ao-suicidio/))
Fonte: g1 Ceará