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quinta-feira, 24 de setembro de 2026

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TECNOLOGIA

Meta apresenta Muse Charm, dispositivo de bolso para interagir com agente de IA

Meta apresenta o Muse Charm, dispositivo de bolso que permite conversar por voz com o agente de IA Muse sem abrir o celular.

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A Meta apresentou na quarta-feira (23), durante o evento Meta Connect 2026, o Muse Charm, um dispositivo de bolso criado para permitir a interação por voz com o agente pessoal de inteligência artificial Muse sem a necessidade de abrir um aplicativo no celular.

O aparelho tem formato compacto, pode ser levado no bolso ou preso a um chaveiro e exibe um avatar personalizável que reage às conversas. Durante a demonstração, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, mostrou que o usuário pode tocar em um sensor no dispositivo para iniciar a interação com o Muse.

A empresa descreve o produto como um equipamento com modelo de voz em tempo real, mas ainda não divulgou o preço, a ficha técnica completa nem os países onde ele será vendido. Zuckerberg afirmou que a Meta pretende preparar o aparelho para o período de festas de fim de ano, em dezembro.

Informações divulgadas por veículos especializados indicam que o dispositivo tem tela de aproximadamente 2 polegadas e conexão 5G, o que permitiria acessar o Muse sem depender de uma rede Wi-Fi. Esses detalhes ainda não foram confirmados integralmente pela página oficial da Meta, que informou apenas que o produto cabe no bolso e foi desenvolvido para conversar com o agente de IA.

O Muse Charm faz parte da estratégia da Meta de ampliar o acesso ao Muse para além de celulares e computadores. No mesmo evento, a empresa anunciou que o agente será levado aos óculos inteligentes nos próximos meses e afirmou que ele poderá executar tarefas em segundo plano, usar serviços parceiros e interagir com o que o usuário estiver observando.

O formato do dispositivo lembra os Tamagotchis, brinquedos virtuais que se popularizaram nos anos 1990. A proposta também coloca a Meta no mercado de aparelhos dedicados a agentes de IA, segmento que já teve lançamentos como o Rabbit R1, cuja recepção foi prejudicada por limitações e problemas de confiabilidade.

Fonte: g1

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