Aos 90 anos, Alaíde Costa grava em São Paulo um álbum em duo com o pianista André Mehmari, com lançamento previsto para 2027. As sessões ocorrem no Estúdio Monteverdi, espaço mantido pelo músico, e estão em fase final, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2026.
O repertório reúne canções que a cantora admirava, mas ainda não havia registrado em estúdio, com foco em compositores e obras associados à MPB das décadas de 1970 e 1980. Entre as faixas selecionadas estão “Amor proibido”, de Cartola, “Folhas secas”, de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, “Retrato falado”, de Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro, “Contrato de separação”, de Dominguinhos e Anastácia, “Velas içadas”, de Ivan Lins e Vitor Martins, e “Nobreza”, de Djavan.
As duas músicas que ainda faltam para concluir o disco são “Meu silêncio”, de Claudio Nucci e Luiz Fernando Gonçalves, e “Como dos extraños”, tango argentino de José Maria Contursi e Pedro Laurenz. A canção ficou conhecida no Brasil, entre outras versões, pela gravação de Mercedes Sosa.
As gravações também são filmadas por Marcelo Lima, filho de Alaíde, para a produção de conteúdo audiovisual além do álbum. O Estúdio Monteverdi é utilizado por Mehmari em trabalhos de gravação, edição e finalização musical. ([andremehmari.com.br](https://www.andremehmari.com.br/home?utm_source=openai))
O novo projeto será realizado enquanto Alaíde se prepara para lançar, em novembro de 2026, “Meu vício na dor de amar demais”, terceiro álbum da trilogia produzida por Emicida e Marcus Preto. O trabalho dá continuidade a uma sequência iniciada com “O que meus calos dizem sobre mim”, de 2022, e “E o tempo agora quer voar”, de 2024. ([br.trace.tv](https://br.trace.tv/musica/alaide-costa-lanca-e-o-tempo-agora-quer-voar-segundo-album-produzido-por-emicida-pupillo-e-marcus-preto/?utm_source=openai))
Fonte: G1