Kevin Warsh, indicado por Donald Trump para presidir a Reserva Federal, afirmou nesta terça-feira que defenderá a autonomia do banco central dos EUA em caso de aprovação no Senado. "Creio que a independência da política monetária é conquistada — e que melhores decisões são tomadas — ao evitar distrações", declarou Warsh em pronunciamento preparado para sua audiência de confirmação.
Warsh, que será sabatinado pelo Comitê Bancário do Senado, disse ainda que o Fed deve focar em seu mandato e evitar se envolver em políticas fiscais e sociais para as quais não tem autoridade ou experiência.
"A independência do Fed enfrenta seu maior risco quando se desvia para políticas fiscais e sociais nas quais não tem nem autoridade nem experiência", alertou, segundo trecho divulgado anteriormente.
Ele ressaltou que o banco central não deve atuar como uma agência de propósito geral do governo nem como um "tribunal de apelação" para questões que devem ser debatidas em outras esferas.