Em maio do ano passado, o Banco Master afirmou ao Tribunal de Contas da União (TCU) que não enfrentava crise de liquidez nem risco sistêmico. A instituição também negou motivação política em uma operação de R$ 12,2 bilhões com o Banco de Brasília (BRB).
Na época, o Ministério Público junto ao TCU apontava riscos na aquisição pelo BRB. Seis meses depois, o Banco Central decretou a liquidação do Master devido a uma grave crise de liquidez e fraudes em carteiras de crédito, em notícia que lembra como o Master negou risco de colapso ao TCU meses antes de liquidação pelo BC.