A escalada de tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio reflete diretamente nos preços do petróleo e seus derivados em todo o mundo. O barril já ultrapassou os US$ 100 no mercado internacional, com a ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz, estratégico para o comércio global, aumentando a pressão sobre os valores. A Guerra no Oriente Médio impacta preços da gasolina globalmente.
Em meio a esse cenário, Israel figura na 13ª posição entre os países com a gasolina mais cara, com o litro custando em média US$ 2,303. A lista dos combustíveis mais caros é majoritariamente composta por nações europeias.
Em contraste, o Irã, que enfrenta bombardeios, registra um dos preços mais baixos do mundo, a US$ 0,029 por litro. A Líbia lidera o ranking de gasolina mais barata (US$ 0,023), seguida pelo Irã e pela Venezuela (US$ 0,035), esta última com as maiores reservas de petróleo conhecidas globalmente.
O Brasil aparece em 65º lugar no levantamento da Global Petrol Prices, com o litro da gasolina a US$ 1,273, o equivalente a R$ 6,56. Nos Estados Unidos, o preço médio é de US$ 1,141, considerado baixo para o padrão global, segundo a plataforma. A variação dos preços é influenciada por políticas de impostos e pela condição do país como produtor de petróleo.
No extremo oposto, Hong Kong ostenta a gasolina mais cara, a US$ 4,106 o litro, enquanto o Malawi figura em penúltimo lugar com US$ 2,858.