O governo federal monitora com preocupação a decisão de algumas distribuidoras de combustíveis de não aderir ao programa de subsídio ao diesel. O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou nesta quinta-feira que as empresas optaram por não receber o benefício para manter autonomia na definição de preços. Ceron alertou que essa decisão pode levar a repasses maiores para o consumidor final e que o setor passará a ser fiscalizado de perto para evitar abusos. O governo dialoga com órgãos reguladores e outros ministérios para avaliar a situação e possíveis ajustes no programa. A adesão dos estados à política do diesel, por outro lado, está próxima de 100%. Ceron destacou a importância do diesel rodoviário como prioridade absoluta devido ao seu impacto na economia. O setor aéreo também está sob observação, com discussões sobre medidas para reduzir os impactos dos preços.
ECONOMIA
Distribuidoras de diesel recusam subsídio e acendem alerta no governo
Algumas distribuidoras de diesel optaram por não aderir ao programa de subsídio do governo. Secretário do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, expressa preocupação com possível aumento de preços para o consumidor e garante fiscalização. Governo busca diálogo e possíveis ajustes na política de subsídios.