A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta terça-feira (17) os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina.
Maranhãozinho recebeu pena de seis anos e cinco meses de prisão; Pastor Gil, cinco anos e seis meses; e Bosco Costa, cinco anos. O regime será o semiaberto.
Os parlamentares foram acusados de solicitar R$ 1,6 milhão em troca da liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA), entre janeiro e agosto de 2020.
Apesar da condenação, os deputados não serão presos imediatamente, pois cabe recurso. A perda do mandato e a inelegibilidade por oito anos serão analisadas após o trânsito em julgado.
Os condenados também terão que pagar R$ 1,6 milhão por danos morais coletivos.
As defesas negaram as acusações, alegando nulidade das investigações e ausência de relação entre os recursos e emendas parlamentares.