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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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POLÍTICA

Flávio Bolsonaro critica Lula, pede impeachment de ministros do STF e anistia para o pai em ato em SP

Senador Flávio Bolsonaro critica governo Lula, pede impeachment de ministros do STF e anistia para o pai em ato eleitoral em São Paulo. Manifestações semelhantes ocorrem em outras 32 cidades.

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Flávio Bolsonaro critica Lula, pede impeachment de ministros do STF e anistia para o pai em ato em SP

Em um ato com forte tom eleitoral neste domingo (1º de março de 2026), o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à presidência, participou de manifestações em São Paulo e em outras 32 cidades do país. O evento, concentrado na Avenida Paulista, reuniu apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e críticos ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). O termo Ato na Paulista também foi tema de notícias.

Flávio Bolsonaro discursou para uma multidão na Avenida Paulista, utilizando um colete à prova de balas, em um ato que marcou sua primeira grande aparição pública como pré-candidato. Ele atacou genericamente o STF, defendendo o impeachment de ministros que descumpram a lei, embora tenha afirmado que o alvo não é a Corte, mas sim a defesa da democracia contra o que chamou de "destruição a pretexto de defendê-la".

As manifestações foram convocadas pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) com o mote “Fora Lula, Moraes e Toffoli”, visando endurecer a oposição ao governo federal e a ministros específicos do STF. Símbolos como “pixulecos” de Moraes, Toffoli e Lula, e cartazes pedindo “Fora Moraes” e “Bolsonaro livre” foram vistos na multidão.

Além de Flávio Bolsonaro, discursaram o pastor Silas Malafaia, os governadores Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG), o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e o próprio Nikolas Ferreira. Eduardo Bolsonaro enviou uma mensagem por videoconferência dos Estados Unidos, pedindo a eleição de Flávio.

Os governadores Caiado e Zema também adotaram discurso eleitoral. Caiado prometeu anistia plena caso chegue à presidência, enquanto Zema criticou os “intocáveis” em Brasília. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, também presente, afirmou que o “time está escalado” para a vitória.

O pastor Silas Malafaia elevou o tom, criticando o inquérito das fake news e chamando o ministro Alexandre de Moraes de “ditador”. Ele defendeu o afastamento de Moraes e Dias Toffoli do STF. Nikolas Ferreira também atacou as políticas federais e o STF, pedindo o impeachment de Alexandre de Moraes e ironizando seu destino como “a cadeia”. Outros parlamentares, como o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), também gritaram “fora, Alexandre de Moraes”.

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