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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

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ECONOMIA

Déficit de R$ 4,1 bilhões em estatais marca recorde negativo no início de 2026

Déficit recorde de R$ 4,1 bilhões nas estatais federais no início de 2026 pressiona contas públicas. Correios se destacam em dificuldades financeiras.

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Déficit de R$ 4,1 bilhões em estatais marca recorde negativo no início de 2026

As empresas estatais federais registraram um déficit de R$ 4,1 bilhões em estatais marca recorde negativo no início de 2026 nos dois primeiros meses de 2026. O resultado é o pior para o período na série histórica iniciada em 2002, segundo dados do Banco Central. O déficit indica que as despesas superaram as receitas, elevando a necessidade de financiamento e pressionando as contas públicas. O rombo nos dois primeiros meses já se aproxima do déficit total registrado em 2025, que foi de pouco mais de R$ 5 bilhões. O indicador foca em empresas dependentes do Tesouro, como Correios e Infraero, excluindo Petrobras e bancos públicos. Dificuldades financeiras em parte dessas companhias, especialmente nos Correios, contribuem para o desempenho negativo. Em fevereiro, o setor público consolidado teve déficit primário de R$ 16,4 bilhões, uma melhora em relação ao mesmo mês de 2025, quando o rombo foi de R$ 19 bilhões. O Governo Central foi o principal responsável pelo resultado negativo de fevereiro, com um déficit de R$ 29,5 bilhões, enquanto governos regionais registraram superávit.

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