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domingo, 25 de outubro de 2026

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ECONOMIA

Alckmin: Governo não forçará estados a subsidiar diesel importado

Vice-presidente Geraldo Alckmin assegura que União não pressionará estados a aderir à proposta de subsídio para diesel importado. Decisão estadual foi adiada para segunda-feira após reunião com a Fazenda.

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Alckmin: Governo não forçará estados a subsidiar diesel importado

O governo federal não imporá a adesão dos estados ao subsídio para o diesel importado, declarou o vice-presidente Geraldo Alckmin neste sábado. A declaração ocorre após os secretários estaduais de Fazenda adiarem a decisão sobre a proposta de dividir os custos da subvenção. O Executivo ofereceu custear R$ 0,60 por litro do combustível importado, pedindo que os estados contribuam com o mesmo valor, em uma tentativa de mitigar os efeitos do conflito no Oriente Médio sobre os preços.

Uma nova reunião entre os secretários estaduais está agendada para esta segunda-feira, na expectativa de um consenso. "O governo não vai obrigar ninguém. O governo federal fez a sua parte e está com um bom entendimento com os estados", disse Alckmin a jornalistas após visitar uma concessionária.

Alckmin classificou a proposta de subsídio como uma medida "transitória", com validade de 60 dias, mas admitiu a possibilidade de prorrogação caso a guerra se estenda. Ele ressaltou que a ação visa proteger a população e a economia dos impactos inflacionários da guerra, negando que a iniciativa tenha motivação eleitoral. "Nós não temos o poder de acabar com a guerra e ela tem consequências no mundo inteiro", justificou.

A estratégia do governo inclui a zeragem de impostos sobre o diesel e o subsídio proposto aos estados. A intenção é frear o aumento dos preços e conter a inflação, especialmente em um ano de eleições. A proposta inicial aos estados era que eles mantivessem a arrecadação de impostos e contribuíssem para a subvenção.

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