O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços no dia 2 de abril. A decisão atende à legislação eleitoral, que exige a desincompatibilização de ministros para que possam concorrer a cargos públicos. Alckmin seguirá como vice-presidente até o fim do mandato. A definição sobre seu futuro político, se será candidato à vice-presidência na chapa de Lula ou a outro cargo, ainda não está confirmada. Alckmin participou de um evento da Confederação Nacional da Indústria em São Paulo e, ao ser questionado sobre seu futuro, respondeu que "o presidente define". Recentemente, Alckmin participou da filiação de Simone Tebet ao PSB, onde discursou sobre a importância da democracia. Há especulações de que Alckmin poderia concorrer ao Senado, mas seu desejo seria permanecer como vice-presidente. Dirigentes do PSB, sob reserva, admitem que a relação com o presidente Lula tem sido tensionada, mas o partido defende a permanência de Alckmin como vice. Caso não permaneça como vice, a possibilidade de Alckmin se afastar da política e não concorrer a nenhum cargo é considerada por interlocutores.
POLÍTICA
Alckmin deixa Ministério do Desenvolvimento em 2 de abril para disputar eleições
Geraldo Alckmin deixa o Ministério do Desenvolvimento em 2 de abril para cumprir exigências da legislação eleitoral e disputar as próximas eleições. Futuro político ainda é incerto.