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domingo, 25 de outubro de 2026

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POLÍTICA ESTADUAL

Alerj antecipa eleição para presidência após cassação e mira Douglas Ruas

Alerj se movimenta para nova eleição presidencial após decisão do TSE. Douglas Ruas desponta como favorito, com articulações que podem levá-lo ao governo estadual.

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Alerj antecipa eleição para presidência após cassação e mira Douglas Ruas

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) se prepara para uma nova eleição à presidência da Casa nos próximos dias, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinar a convocação do pleito. A decisão do TSE, esperada para breve, visa a cassação dos mandatos de Rodrigo Bacellar (União) e do governador Claudio Castro (PL).

Com a vacância declarada, o atual presidente em exercício, Guilherme Delaroli (PL), convocará uma sessão extraordinária para a escolha do novo comandante do Legislativo fluminense, com expectativa de votação já nesta sexta-feira (27/03). Uma reunião de líderes está marcada para quinta-feira (26/03) para definir os detalhes da votação, que deve ser aberta e híbrida.

Nos bastidores, o deputado Douglas Ruas surge como o nome com maioria consolidada, reunindo cerca de 40 votos, principalmente de partidos do centro-direita. Fontes ligadas a Delaroli indicam que Ruas tem vantagem considerável na disputa.

A movimentação política pode ir além da presidência da Alerj. Há articulações para que Ruas, caso eleito, assuma o governo do estado pela linha sucessória, dependendo dos desdobramentos jurídicos. Um acordo prevê que Delaroli permaneça na presidência da Alerj em caráter transitório.

A Alerj aguarda comunicação oficial do TSE para tomar as medidas regimentais cabíveis. Paralelamente, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisa regras para a eleição de um mandato-tampão para o governo do estado, com decisão do ministro Luiz Fux pendente. A definição impactará a possibilidade de nomes como Ruas, André Ceciliano (PT-RJ) e Nicola Miccione concorrerem, dependendo das regras de desincompatibilização.

O PSD, por sua vez, defende a realização de uma eleição direta para o governo, convocando o eleitorado às urnas.

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