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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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Decisão da Suprema Corte dos EUA fortalece posição de Xi Jinping em negociações com Trump

Decisão da Suprema Corte dos EUA enfraquece poder de Trump em negociações com Xi Jinping sobre tarifas. China ganha poder de barganha.

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Decisão da Suprema Corte dos EUA fortalece posição de Xi Jinping em negociações com Trump

O presidente chinês, Xi Jinping, chega à cúpula de abril com Donald Trump em posição de negociação mais forte. Uma Decisão da Suprema Corte dos EUA fortalece posição de Xi Jinping em negociações com Trump limitou a capacidade de Trump de impor tarifas emergenciais de forma rápida e ampla sobre bens importados, impactando diretamente a pressão econômica sobre a China.

A decisão da corte invalidou tarifas emergenciais impostas por Trump, removendo a ameaça de alíquotas que chegavam a 145% e que serviam como principal ferramenta de pressão contra a China. Essa medida enfraquece a capacidade de Trump de forçar maiores compras de produtos americanos, como soja e aeronaves, e de retaliar caso a China restrinja o fornecimento de terras raras, essenciais para a indústria dos EUA.

Analistas apontam que a China ganha poder de barganha. A compra de soja, por exemplo, que estava condicionada a negociações tarifárias anteriores, retorna ao controle chinês. Pequim também pode intensificar a pressão por acesso a semicondutores avançados, o fim de restrições comerciais e menor apoio dos EUA a Taiwan.

Apesar da vitória para Xi Jinping, a reação oficial chinesa tem sido comedida. O Ministério das Relações Exteriores não comentou a decisão, e a mídia estatal tem noticiado o fato de forma restrita. Especialistas indicam que a China pode retaliar se os EUA continuarem com tarifas por outros meios legais, assim como pode ajustar sua posição caso os EUA reduzam as alíquotas.

O mercado chinês, fechado para o Ano Novo Lunar, pode reagir positivamente à notícia. A expectativa é de um impulso no sentimento do mercado, especialmente no setor de consumo, e um tom otimista em empresas exportadoras devido à decisão e à iminente visita de Trump.

Trump ainda pode recorrer a outras seções da Lei de Comércio para impor tarifas, mas essas medidas exigem investigações que podem levar meses. Uma investigação em andamento sobre o cumprimento do acordo comercial da Fase Um pela China pode ser uma alternativa para Trump. Além disso, o controle de exportações pode ser ampliado caso a China restrinja terras raras.

Apesar da instabilidade política e das constantes mudanças nas políticas comerciais, empresas chinesas buscam planos alternativos para lidar com a dinâmica do mercado. Exportadores podem acelerar embarques para os EUA nos próximos meses para aproveitar tarifas mais baixas, enquanto o governo americano busca alternativas para manter alíquotas elevadas sobre importações chinesas.

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