O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, descartou nesta quinta-feira (13) ter um nome preferido para a vaga de vice em sua chapa eleitoral. A declaração surge em meio a disputas pela posição envolvendo PSD, MDB e PL.
“Não tem favorito. A gente vai discutir, vai arranjar, montar esse grupo de maneira que a gente vá disputar dentro de uma lógica de harmonia”, disse Tarcísio a jornalistas em Guarulhos.
A composição para o Senado já definiu uma vaga para Guilherme Derrite (PP-SP). A segunda cadeira será definida por meio de pesquisas, visando competitividade.
A aliança com o MDB, representada por uma reunião com Baleia Rossi, busca também agradar o prefeito Ricardo Nunes e evitar a ala governista de Lula dentro do partido.
Opções para o Senado incluem Simone Marquetto (ex-prefeita de Itapetininga), Rodrigo Garcia (ex-governador) ou o próprio Baleia Rossi, buscando um nome de centro.
O atual vice-governador, Felício Ramuth (PSD), pode ser candidato ao Senado, mas prefere a permanência no partido. O PL, por meio de Valdemar Costa Neto, indica André do Prado (PL), presidente da Alesp, para vice, visando uma futura candidatura presidencial.
O cenário para o Senado também considera nomes como Gil Diniz, Marco Feliciano, Mário Frias ou Ricardo Mello Araújo, todos do PL, como possíveis herdeiros políticos de Eduardo Bolsonaro.