Dados do Ministério da Agricultura mostram que, em 2024, 58,6% das marcas comerciais de agrotóxicos químicos registradas não foram comercializadas, assim como 13,6% dos ingredientes ativos. Isso indica que a aprovação de defensivos não necessariamente resulta em aplicação na agricultura brasileira.
Desigualdade entre aprovações e uso na prática
Embora o Brasil tenha um grande número de defensivos aprovados, grande parte não chega ao mercado ou não é utilizada pelos agricultores. Segundo especialistas, diversos fatores interferem nessa dinâmica, incluindo custos, regulamentações adicionais e escolhas de cultivo.
Barreiras e desafios no uso de agrotóxicos
O fato de muitos produtos não serem comercializados reflete as dificuldades na adoção de novos defensivos, mesmo após aprovação. A introdução de produtos no mercado depende de análises de custo-benefício feitas pelos agricultores, além de questões relacionadas à conformidade com normas ambientais e de segurança.
Dados oficiais e perspectivas futuras
Segundo o Ministério da Agricultura, a liberação de agrotóxicos e defensivos biológicos atingiu recordes em 2025, impulsionada por uma maior demanda por tecnologias que aumentem a produtividade. No entanto, o desafio é tornar esses produtos acessíveis e viáveis para o uso cotidiano na agricultura brasileira.
Impactos na saúde e no meio ambiente
Especialistas alertam que o alto número de defensivos não utilizados também reflete a necessidade de avaliações mais criteriosas sobre os riscos e benefícios de cada produto. A expectativa é de que novas regulamentações possam equilibrar a inovação tecnológica e a sustentabilidade.
Mais informações podem ser acessadas na reportagem do G1.














