Brasil, 8 de fevereiro de 2026
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Brasil comemora revogação da tarifa de 40% por Trump em produtos agrícolas

Governo brasileiro recebe com satisfação a decisão de Trump de retirar tarifa de 40% sobre importações agrícolas, incluindo carne e frutas

O Ministério das Relações Exteriores afirmou, nesta quinta-feira (20), que o governo brasileiro recebeu com satisfação a revogação de Donald Trump de uma tarifa adicional de 40% aplicada a produtos agropecuários importados do Brasil. A medida, que entrou em vigor em 6 de janeiro, será parcialmente revertida, beneficiando diversos itens, como carnes, café e frutas, entre elas manga, coco, açaí e abacaxi.

Contexto e negociações bilaterais

Segundo o Itamaraty, a decisão de Trump está relacionada ao avanço nas negociações entre os dois países, iniciadas após uma conversa telefônica entre Lula e Trump em 6 de outubro. A Ordem Executiva emitida pelo presidente americano destaca que recomendações de altos funcionários justificaram a reavaliação, levando à suspensão temporária da tarifa adicional em produtos agrícolas brasileiros.

O comunicado oficial também ressalta que a medida é retroativa a 13 de novembro, data da última reunião entre o ministro Mauro Vieira e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em Washington. O encontro discutiu estratégias para reduzir as tarifas e aprofundar o diálogo bilateral.

Histórico das tarifas e próximas perspectivas

Originalmente, a tarifa de 40% foi imposta em 6 de agosto, sob justificativa de perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro e ameaças às plataformas Americanas. Desde então, lideranças brasileiras buscaram diálogo para a retirada dessas barreiras comerciais. Durante a Assembleia-Geral da ONU, em setembro, Lula e Trump tiveram uma breve reunião, expressando bom relacionamento, embora as negociações sobre tarifas só tenham sido formalizadas em outubro.

O governo brasileiro reafirma sua disposição para manter o diálogo com os Estados Unidos, visando a solução de questões comerciais e a retirada das tarifas sobre o restante da pauta. “A nossa tradição de 201 anos de excelentes relações diplomáticas segue sendo a base para avançar nas tratativas”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores.

Reações e impacto na relação bilateral

A reversão da tarifa foi vista como um passo importante para fortalecer as relações comerciais entre Brasil e EUA. Especialistas indicam que essa decisão pode abrir caminho para acordos mais amplos, beneficiando os setores agrícola e econômico do Brasil.

Segundo análises, a medida demonstra a capacidade de ambos os países de negociarem de forma diplomática, preservando interesses bilaterais e contribuindo para maior estabilidade nas relações comerciais. O governo brasileiro mantém o objetivo de continuar a dialogar com os EUA para a redução de tarifas adicionais e fortalecer a cooperação estratégica entre as nações.

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