A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) levará a julgamento em 3 de novembro de 2026 a gestora Áureo Administração de Recursos, antiga Ático, e dois executivos por supostas irregularidades em um fundo abastecido com recursos de previdências de servidores públicos.
O processo envolve uma termelétrica que não saiu do papel na Bahia e acusações de operações que teriam causado prejuízos estimados em R$ 153,6 milhões.
O caso será analisado pela autarquia responsável pela fiscalização do mercado de capitais.
Fonte: O Globo