Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) realizaram atos de campanha neste sábado (24), véspera do segundo turno da eleição presidencial, em Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, respectivamente.
Lula percorreu a Avenida Atlântica em uma caminhonete e afirmou estar otimista com a reeleição. O candidato disse que os eleitores não deveriam levar “um miliciano” ao Palácio do Planalto, mas não apresentou provas para sustentar a acusação.
O petista também criticou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, e declarou que espera uma mudança “para melhor”. Durante o percurso, um pneu do veículo furou, e Lula precisou trocar de carro antes de seguir para o aeroporto, de onde viajaria para seu último ato de campanha, na Avenida Paulista, em São Paulo.
Em Belo Horizonte, Flávio reuniu apoiadores ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), do ex-governador Romeu Zema (Novo) e do governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos).
Nikolas afirmou que Flávio subiria a rampa do Palácio do Planalto acompanhado de Jair Bolsonaro. O locutor do ato também conduziu uma oração do Pai-Nosso e adaptou o encerramento com a frase “Livrai-nos do PT”.
Flávio não fez discurso formal nem concedeu entrevista, mas pediu aos apoiadores que votem no domingo e tentem convencer eleitores que não compareceram no primeiro turno a participar da votação. No estado, ele recebeu 48,24% dos votos válidos no primeiro turno, contra 43,33% de Lula.
Após o evento em Belo Horizonte, o candidato tinha outro ato previsto para a Praça do Ó, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A mobilização seria encerrada em frente ao condomínio onde Jair Bolsonaro morou.
Fonte: O Globo