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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

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Paralisação de motoristas afeta 267 mil passageiros na Zona Sul de SP

Paralisação de motoristas afeta 267 mil passageiros e interrompe 34 linhas de ônibus na Zona Sul de São Paulo.

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Motoristas de ônibus que operam as linhas do lote D10 paralisaram as atividades nesta segunda-feira (19), afetando cerca de 267 mil passageiros na Zona Sul de São Paulo. O serviço é realizado por ônibus azuis e atende regiões como Parelheiros.

A Prefeitura informou que acionou o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese) para atender 34 linhas afetadas. O lote D11 opera normalmente, segundo a administração municipal.

Os trabalhadores reivindicam a regularização dos recolhimentos do FGTS e do INSS, além de melhorias no vale-alimentação e em outros benefícios. Eles também protestam contra o que classificam como condições precárias de trabalho.

A paralisação ocorre nas linhas que eram operadas pela Transwolff. Desde dezembro de 2025, os serviços estão sob responsabilidade da SPTrans, após a Prefeitura decretar a caducidade do contrato com a empresa.

Passageiros relataram dificuldades para chegar aos terminais a partir dos bairros atendidos pelas linhas paralisadas. No Terminal Varginha, em Parelheiros, ônibus de outras empresas continuavam circulando, mas os pontos nas áreas afetadas ficaram lotados.

Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e a SPTrans classificaram o movimento como ilegal por não ter sido comunicado com 72 horas de antecedência, prazo previsto para paralisações em serviços essenciais. A Prefeitura afirmou que salários e benefícios dos funcionários estão em dia.

Sobre o plano de saúde, a administração municipal disse que está em andamento uma licitação para contratar uma empresa responsável pelo serviço. Enquanto isso, os trabalhadores recebem uma compensação financeira prevista em acordo coletivo, de acordo com a Prefeitura.

A SPTrans também afirmou que os depósitos de FGTS e INSS estão sendo feitos integralmente em juízo enquanto aguarda uma decisão da Justiça. A Prefeitura informou ainda que começará a retirar dos ônibus a identificação da Transwolff após a contratação de uma empresa para remover os adesivos.

Fonte: g1

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