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domingo, 18 de outubro de 2026

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JUSTIÇA

Condenados por estupro coletivo em Copacabana são investigados por outros casos

Dois condenados pelo estupro coletivo de uma adolescente em Copacabana respondem a processos ou investigações por outros casos.

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Dois dos quatro homens condenados a 15 anos de prisão pelo estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, ocorrido em janeiro de 2026 em Copacabana, na Zona Sul do Rio, respondem a processos ou são investigados por outros crimes sexuais.

Vitor Hugo de Oliveira Simonin responde a um processo no Tribunal de Justiça do Rio por uma acusação de estupro e também é investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher da Zona Sul por outro caso semelhante. As duas ocorrências envolvem vítimas menores de idade.

O processo judicial contra Simonin trata de uma festa realizada em 2025, no Humaitá. Segundo o relato da adolescente, ele a teria forçado a praticar sexo oral, apesar de sua recusa. Testemunhas disseram à polícia que o suspeito tentou tocar a vítima sem autorização durante a festa.

A Polícia Civil informou que a segunda investigação contra Simonin foi aberta em julho, após o Ministério Público encaminhar informações sobre um possível estupro de uma adolescente de 17 anos durante o pré-carnaval de 2026. A vítima ainda deverá ser ouvida novamente. O advogado Ângelo Máximo afirmou que Simonin nega ter participado de estupro.

Mattheus Veríssimo Zoel Martins responde por ato análogo a estupro por um caso ocorrido em 2023, quando ainda era menor de idade. Ele é acusado de ter participado, com outro adolescente e um adulto, da violência sexual contra uma menina de 14 anos.

De acordo com o relato da adolescente, ela foi convidada a ir à casa de Mattheus, na Zona Norte do Rio. A investigação aponta que ao menos dois suspeitos teriam participado do crime, registrado imagens e divulgado o material.

Gabriel de Oliveira Palmieri, de 24 anos, também responde ao processo e se entregou à polícia após ser indiciado pela Delegacia de Copacabana, em junho. A ação contra ele tramita na 1ª Vara Especializada em Crianças e Adolescentes, enquanto o processo contra Mattheus e outro adolescente tramita na Vara da Infância e Juventude.

Um dos adolescentes envolvidos no caso de 2023 é o mesmo que participou do estupro coletivo em Copacabana, segundo as informações divulgadas. Em abril, a Justiça determinou a internação compulsória dele no Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) por causa do caso de 2026.

A defesa de Mattheus informou que não se manifestaria. A defesa de Gabriel não foi localizada.

Fonte: g1

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