A terça-feira da corrida eleitoral foi apontada como um sinal de aumento do risco fiscal para os próximos anos, após promessas feitas por Flávio e Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo a análise, os sinais de pressão sobre as contas públicas cresceram nas últimas semanas. Após o primeiro turno, havia a percepção de um consenso em torno da necessidade de um ajuste fiscal a partir de 2027, embora ainda houvesse dúvidas sobre a intensidade das medidas.
O episódio também evidenciou os limites políticos para a adoção de um ajuste nas contas públicas, em meio à disputa eleitoral.
Fonte: O Globo