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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

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Equipe investiga possível destroço do avião de Amelia Earhart em ilha do Pacífico

Equipe do ALI e da Universidade Purdue investiga em Nikumaroro um objeto que pode ser destroço do avião de Amelia Earhart.

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Uma equipe do Archaeological Legacy Institute (ALI) e da Universidade Purdue desembarcou em 12 de outubro na ilha de Nikumaroro, no Oceano Pacífico, para investigar um objeto que pode ser parte do avião da aviadora americana Amelia Earhart, desaparecida em 1937.

Batizado de Objeto Taraia, o material foi identificado em imagens de satélite em 2020, perto de uma lagoa. Alguns pesquisadores acreditam que se trata de um fragmento da aeronave, enquanto outros consideram a possibilidade de ser uma árvore caída.

Segundo Rick Pettigrew, líder da expedição, a equipe está próxima de determinar a natureza do objeto. A missão deve durar cinco dias e inclui a remoção de vegetação, a abertura de uma trilha, a busca por materiais magnéticos e a inspeção visual de uma área a cerca de três metros da costa, em águas com aproximadamente 1,5 metro de profundidade.

As operações podem ser afetadas pelo El Niño, que deve dificultar o trânsito pelos canais do recife. A presença de caranguejos-dos-coqueiros, conhecidos também como caranguejos-ladrões, pode levar os pesquisadores a dormir a bordo do navio Marin Mainiku, que percorreu cerca de 1.336 quilômetros pelo Pacífico Sul até a ilha.

Earhart desapareceu com o navegador Fred Noonan durante uma tentativa de dar a volta ao mundo. Depois de partir de Lae, na Papua-Nova Guiné, em 2 de julho de 1937, os dois planejavam seguir para o Havaí, mas não conseguiram localizar a ilha Howland e, segundo a explicação oficial, ficaram sem combustível e caíram no oceano.

Fonte: O Globo

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