O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta terça-feira que a instituição evitará qualquer uso político e não será palco de disputas partidárias. A declaração foi uma resposta direta às cobranças feitas pelos senadores Renan Calheiros e Eduardo Braga, que questionaram a conduta de seu antecessor, Roberto Campos Neto.
Galípolo reforçou seu compromisso de manter o banco neutro, enfatizando que seu mandato inclui não permitir que a entidade se transforme em instrumento de palanque político. A posição reforça a postura de autonomia pretendida para o Banco Central na condução da política monetária.
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