O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria neste sábado (10 de maio de 2026), decisão que gerou críticas de pré-candidatos presidenciais da direita. Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) miraram o magistrado em suas manifestações. A suspensão, determinada em um processo de execução penal relacionado aos atos de 8 de janeiro, atende a pedidos da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da federação Psol/Rede, que questionam a constitucionalidade da lei. Moraes alegou a necessidade de segurança jurídica até que a Corte analise o mérito das ações. Flávio Bolsonaro classificou a decisão como uma "canetada burocrática" que "abala a democracia". Romeu Zema acusou Moraes de "atropelar o Congresso" e desrespeitar representantes eleitos. Ronaldo Caiado considerou a suspensão "um ataque à democracia e à separação dos Poderes" e "deplorável". Parlamentares da base do governo, como Gleisi Hoffmann (PT/PR), elogiaram a decisão de Moraes, vendo-a como um impedimento ao "acordão" para beneficiar envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
POLÍTICA
Presidenciáveis de direita criticam Moraes por suspender Lei da Dosimetria
Alexandre de Moraes suspende Lei da Dosimetria, e pré-candidatos da direita reagem. Flávio Bolsonaro, Caiado e Zema criticam decisão do STF. Base do governo elogia magistrado.