Uma antiga lição de política mineira adverte: 'a esperteza, quando é muita, vira bicho e engole o dono'. A declaração parece ressoar no cenário político do Rio de Janeiro, onde o atual governador, Cláudio Castro, pode estar colhendo os frutos de ações que visavam beneficiá-lo.
A matéria original, publicada pelo O Globo em 10 de maio de 2026, sugere que manobras políticas podem ter aberto brechas para que sua própria gestão seja alvo de investigações. A renúncia de Castro para concorrer ao Senado, em março de 2026, e a subsequente condenação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e econômico, que resultou em inelegibilidade por oito anos, lançam luz sobre os riscos de estratégias consideradas excessivamente astutas.
Detalhes sobre os desdobramentos e as possíveis consequências para o governo Castro ainda estão em apuração, mas o episódio reacende o debate sobre ética e os limites da articulação política no Brasil.