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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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POLÍTICA

Ricardo Nunes já articula sucessão para Prefeitura de SP em 2028

Prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, já mapeia nomes para sucessão em 2028. Articulação política mira 2030, com nomes como Fabrício Cobra e Sidney Cruz em análise.

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Ricardo Nunes já articula sucessão para Prefeitura de SP em 2028

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), iniciou o mapeamento de possíveis sucessores para a prefeitura em 2028. A articulação política mira também a disputa pelo governo estadual em 2030, cenário em que Nunes é apontado como principal aposta. Sem possibilidade de reeleição, o prefeito busca fortalecer sua base política.

Entre os nomes cotados está o secretário de Subprefeituras, Fabrício Cobra (sem partido), elogiado por sua capacidade técnica e de gestão. Cobra, que já foi secretário da Casa Civil, pode se filiar ao MDB.

O vereador Sidney Cruz (MDB), ex-secretário de Habitação, também é avaliado. Aliados veem semelhanças entre sua trajetória e a de Nunes, ambos com origem na periferia e projeção pela Câmara Municipal. Cruz, no entanto, diz que é cedo para discutir a sucessão e foca em seu mandato e pré-candidatura a deputado federal.

O secretário de Governo, Edson Aparecido (MDB), articulador da gestão e com experiência em outras administrações, é outro nome em análise. Ele já foi deputado federal e estadual.

Um aliado próximo de Nunes confirmou que a campanha de 2028 já começou, com foco em fortalecer o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para que a aprovação do prefeito beneficie ambos e eleger deputados para consolidar força política. A sucessão estadual em 2030 é vista como prioridade.

O ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (MDB), também surge como alternativa. Ele se filiou recentemente ao partido e disputará uma vaga na Câmara dos Deputados.

O vice-prefeito, coronel Ricardo Mello Araújo (PL), não é considerado uma opção devido a dificuldades de articulação e críticas públicas a Nunes e Tarcísio.

A influência de Nunes no MDB aumentou com a reeleição e a aliança com Tarcísio. A filiação do vice-governador Felício Ramuth (MDB) reforça o grupo visando 2028 e 2030.

Nomes fora do MDB também são mencionados, como o secretário do Trabalho, Rodrigo Goulart (PSD), e o empresário Filipe Sabará, aliado de Flávio Bolsonaro (PL).

Fonte: G1

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