O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta quarta-feira (8) que o sigilo de oito anos imposto sobre os documentos da liquidação do Banco Master é uma regra padrão, não uma exceção. Em depoimento à CPI do Crime Organizado no Senado, Galípolo explicou que a medida, adotada em novembro do ano passado, segue norma interna de 2018. A regra estabelece dez anos de sigilo para bancos maiores e oito para os menores, segundo o presidente do BC. Galípolo defendeu a padronização das decisões para evitar questionamentos legais e processos judiciais, citando casos antigos que geraram pedidos de indenização bilionários. Ele destacou que o Banco Master foi liquidado em novembro de 2025 por falta de liquidez, possuindo apenas 10% do valor necessário para pagar CDBs que venciam no mesmo dia. Galípolo assumiu a presidência do BC em janeiro de 2025, quando o banco já enfrentava problemas de liquidez.
ECONOMIA
Galípolo defende sigilo de oito anos para liquidação de bancos
Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, explicou na CPI do Crime Organizado que o sigilo de oito anos para a liquidação do Banco Master é um procedimento padrão, seguindo norma interna de 2018. A padronização visa evitar questionamentos legais e processos judiciais.