Gigantes da tecnologia como Meta, Amazon, Microsoft e Google estão investindo em cães robôs para a segurança de centros de dados. Equipamentos como o Spot, da Boston Dynamics, e o Vision 60, da Ghost Robotics, patrulham infraestruturas críticas onde dados digitais são armazenados e processados.
Esses robôs, equipados com sensores avançados e tecnologia LiDAR, identificam falhas, vazamentos, variações de temperatura e ruídos anormais. A adoção já ocorre em instalações como o Novva Data Centers, em Utah, e o Oracle Industry Lab, em Chicago.
O investimento inicial, entre US$ 165 mil e US$ 300 mil por unidade, se paga em cerca de 18 meses, comparado ao custo anual de equipes humanas. Os robôs operam sem pausas, resistem a condições extremas e interagem com técnicos via inteligência artificial.
Apesar das vantagens, a implementação exige infraestrutura de recarga e planejamento de rotas. O mercado de robôs industriais, incluindo cães robôs e drones, deve dobrar até 2030, movimentando US$ 21 bilhões.
A expansão da automação levanta discussões sobre o impacto no trabalho humano. Representantes de empresas afirmam que os robôs atuam de forma complementar, e decisões críticas permanecem com operadores humanos.