O governo anunciou ontem um pacote de medidas para tentar frear a escalada nos preços dos combustíveis. A estratégia adotada é semelhante àquela implementada pela gestão de Jair Bolsonaro em 2022, quando o país enfrentava os impactos iniciais da guerra entre Rússia e Ucrânia.
Naquele ano, o governo federal zerou as alíquotas de PIS/Cofins e pressionou os estados a reduzirem o ICMS sobre os combustíveis. A decisão de agora repete o movimento, gerando questionamentos sobre sua eficácia e sustentabilidade.
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