O governo anunciou nesta quinta-feira um novo pacote para lidar com os preços dos combustíveis. A medida busca evitar os erros cometidos nas administrações anteriores de Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro.
Diferente de políticas anteriores, o plano não prevê o congelamento artificial de preços nem o repasse automático das variações internacionais. A intenção é permitir um repasse gradual dos aumentos, criando um "colchão" para amortecer os impactos da volatilidade externa.
Uma fonte próxima ao governo explicou que a estratégia se diferencia do modelo adotado na gestão de Pedro Parente na Petrobras, durante o governo Temer, que resultava em repasse automático das flutuações internacionais. Também se distancia das práticas de "segurar preços artificialmente" vistas no governo Dilma, e das "contas com rombo" que, segundo o governo, foram criadas na gestão Bolsonaro.
O pacote tem como objetivo principal atenuar a alta dos combustíveis, promovendo ajustes de preços de forma mais branda.