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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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JUDICIÁRIO

Datena e Marçal encerram batalhas judiciais por 'cadeirada' em debate

Acordo judicial encerra disputas entre apresentador e empresário após agressão em debate eleitoral de 2024. Termos do acordo são sigilosos.

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Datena e Marçal encerram batalhas judiciais por 'cadeirada' em debate

A Justiça de São Paulo homologou neste sábado (28/02/2026) um acordo que põe fim aos processos judiciais entre o apresentador José Luiz Datena e o empresário Pablo Marçal. As disputas eram decorrentes da agressão ocorrida durante um debate eleitoral em 15 de setembro de 2024, quando ambos concorriam à prefeitura da capital paulista. Na ocasião, Datena arremessou uma cadeira contra Marçal no estúdio da TV Cultura.

Os termos do acordo, validado pelo desembargador Eduardo Francisco Marcondes, da 10ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP, permanecem em sigilo. Inicialmente, Marçal cobrava R$ 100 mil por danos morais, alegando ofensa à sua honra, imagem e integridade física e moral. Por outro lado, Datena também buscava indenização por danos morais, argumentando que Marçal o associou à imagem de estuprador ao chamá-lo de "Jack". Este pedido de Datena havia sido negado em primeira instância em maio de 2025.

A tensão entre os dois escalou após Marçal provocar Datena sobre uma acusação de assédio sexual. Datena rebateu chamando Marçal de "bandidinho, ladrãozinho de dados" e relatando o desgaste que a acusação trouxe para sua família. Marçal, por sua vez, acusou Datena de "covardia" e afirmou ter sofrido fraturas na mão após ser atingido pela cadeira. Agressões verbais mútuas antecederam o ato, com Marçal citando uma música dos Racionais MC's para insinuar a acusação contra Datena.

A acusação de assédio mencionada no debate refere-se a um caso de 2019, envolvendo a repórter Bruna Drews. Datena processou Drews por calúnia e difamação, mas, segundo ele, o caso foi arquivado pelo Ministério Público e a repórter se retratou publicamente. Marçal, por sua vez, foi descrito por Datena como "ladrãozinho de banco devidamente acusado e condenado", em referência a outros processos envolvendo o empresário.

Fonte: G1

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