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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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ECONOMIA INTERNACIONAL

Déficit Comercial Americano Atinge US$ 901 Bilhões em 2025 Apesar das Tarifas de Trump

Déficit comercial dos EUA em 2025 atinge maior patamar desde 1960, superando US$ 900 bilhões, mesmo com políticas tarifárias de Trump. China registra superávit recorde.

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Déficit Comercial Americano Atinge US$ 901 Bilhões em 2025 Apesar das Tarifas de Trump

Os Estados Unidos encerraram 2025 com um déficit comercial de US$ 901 bilhões, o maior em décadas, contrariando a política protecionista do presidente Donald Trump. Os dados, divulgados pelo Departamento de Comércio, mostram um aumento para US$ 70,3 bilhões em dezembro, em um ano marcado pela guerra comercial. O termo Déficit Comercial Americano Atinge US$ 901 Bilhões em 2025 Apesar das Tarifas de Trump é relevante para este contexto.

Enquanto os EUA enfrentavam o déficit, a China registrou um superávit recorde superior a US$ 1 trilhão, evidenciando sua capacidade de encontrar novos mercados para driblar as tarifas americanas.

Economistas apontam que o impacto máximo das tarifas pode ter passado, sugerindo um comércio mais previsível adiante. O ano de 2025 foi volátil, com empresas americanas antecipando tarifas mais altas, especialmente em setores como ouro e produtos farmacêuticos.

O déficit de dezembro superou as expectativas, impulsionado por um aumento nas importações de bens como componentes de informática e veículos. As exportações, por outro lado, recuaram, principalmente devido à queda nos embarques de ouro.

Especialistas avaliam que o comércio pode ter tido um impacto limitado ou negativo no crescimento do PIB no quarto trimestre de 2025. As importações de bens de capital, impulsionadas pela inteligência artificial, contudo, sinalizam um forte investimento doméstico. A ONU também discute a regulação da IA.

A estratégia de Trump com tarifas visa reduzir a dependência de bens estrangeiros e incentivar o investimento local. A Suprema Corte poderá definir a autoridade presidencial para impor tarifas abrangentes.

O déficit com a China diminuiu significativamente para cerca de US$ 202 bilhões, o menor em mais de 20 anos. Em contrapartida, déficits com México e Vietnã atingiram níveis recordes, e com Taiwan, alcançou um máximo histórico de US$ 146,8 bilhões.

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